segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Thiago Cardoso Sepriano


Poeta da imperfeição Peço perdão pelos equívocos poéticos Pelos sub-versos patéticos Pela falta de rima e de cadencia Pela minha falta de bom-senso Pela minha ignóbil demência. Perdoem a falta de vocabulário Perdoem essa alma sem relógio e sem horário Perdoem esse perdido coração pateta Perdoem por eu não saber ser poeta. Peço perdão pela escassa beleza Pela falta de ritmo e de leveza Pela falta de atitude e de mensagens, Peço perdão pela pobreza e ausência de imagens. Por todo e qualquer erro peço perdão, Peço perdão pela minha honesta imperfeição.

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